Treinamento Inabor – Buritama, SP.

 

No dia 12 de Dezembro, a Inabor realizou o último treinamento do ano de 2016 em Buritama, SP. O treinamento foi ministrado para um grande parceiro da empresa na região e contou com a presença de 16 funcionários entre vendedores e técnicos de ordenha.

Sempre com o intuito de demonstrar a importância da troca das peças de reposição exatamente no período indicado, identificação das mesmas e sua aplicação, o treinamento visa auxiliar os clientes e fidelizar cada vez mais a parceria.

Com esse treinamento a Inabor encerrou as atividades no ano de 2016, com um total de 6 treinamentos, entre os estados do RS, PR e SP. Em 2017 a empresa espera aumentar esse número e cada vez mais potencializar seus parceiros auxiliando sempre que possível.

Se você quiser receber o treinamento da Inabor, entre em contato para maiores detalhes através do e-mail contato@inabor.com.br

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Conseleite/RS: queda no preço do leite é mais sutil em novembro

O preço de referência projetado para o leite no mercado gaúcho em novembro deve ficar em R$ 0,9362, redução de 1,49% em relação a outubro, quando o valor consolidado ficou em R$ 0,9504. Os dados foram divulgados pelo Conseleite em reunião nesta quinta-feira (24/11), durante o Avisulat, em Porto Alegre (RS). Apesar do avanço da safra em outros estados do Brasil, a queda foi mais sutil este mês em relação aos anteriores. “A alta registrada no meio deste ano decorrente de uma entressafra severa não se mostrou sustentável, foi uma bolha, um bônus que o mercado deu ao setor.

Agora, veio a queda do preço ao consumidor que foi repassada ao produtor e coloca o leite novamente na sua normalidade”, salientou o professor da UPF Eduardo Belisário Finamore. Apesar da queda, a maioria dos preços dos produtos lácteos está acima dos valores praticados em novembro de 2015, com exceção do leite UHT.

O presidente do Sindilat e do Conseleite, Alexandre Guerra, alertou que o setor vive um momento difícil, onde as indústrias operam sem margem, algumas até no negativo. “No mercado, os preços já pararam de cair, o que sinaliza uma retomada importante para atender à expectativa da indústria e dos produtores nos próximos meses”.

As informações são do Sindilat e do site Milkpoint.

Boas práticas no manejo de ordenha

Um bom manejo de ordenha consiste em otimizar o tempo que os animais passam durante esse processo, além de prevenir a incidência de mastite clínica e subclínica e a qualidade sanitária do leite produzido.
Alguns preceitos devem ser seguidos, independentemente do tipo de ordenha escolhida. Dentre eles, destacamos aqueles considerados essenciais para ajudar o produtor a garantir a excelência na produção:

Nutrição Animal - Agroceres Multimix

1. Conduzir com calma os animais até a sala de ordenha, sem gritos, agressões ou empurrões, para que esta não seja uma experiência traumatizante aos animais, associada ao medo;

2. Formar uma linha de ordenha, em que preferencialmente as primíparas sejam ordenhadas primeiro, seguidas pelas multíparas sem histórico de mastite, multíparas com alta CCS, e por último os animais com mastite clínica e descarte de leite. Com isso diminuímos a contaminação cruzada entre os animais;

3. Evitar o uso de água na limpeza dos tetos, a não ser que estes estejam recobertos por barro ou fezes. Nunca molhar o úbere, para que a água não escorra até os tetos e equipamentos de ordenha, aumentando o risco de contaminação;

4. Realizar o teste da caneca em todas as vacas para detectar alterações macroscópicas e presença de grumos no leite, o que permite o tratamento precoce dos animais, diminuindo a gravidade dos casos de mastite e o descarte de leite, assim como a disseminação do patógeno;

5. Realizar o pré-dipping com soluções comprovadamente efetivas e nas diluições recomendadas. É aconselhável a utilização de caneca sem retorno no uso do produto, evitando o acúmulo de matéria orgânica no restante da solução, o que diminui a eficácia do princípio ativo. Devemos também atentar para a forma como o produto é aplicado, garantindo que todo o teto seja recoberto pela solução e que esta permaneça por 30 segundos em contato com o mesmo;

6. Secar os tetos antes do acoplamento da teteira, utilizando-se uma folha de papel toalha para cada teto ou, se a opção for por toalhas de pano destinadas à prática, garantir que estas estejam limpas e que porções diferentes da toalha sejam destinadas a tetos diferentes;

7. Garantir o posicionamento correto das teteiras para evitar a entrada de ar. A retirada deve ser automática, ajustada para que seja realizada após esgotamento do leite do úbere, e o vácuo deve estar regulado para evitar hiperqueratose na ponta dos tetos;

8. Após a ordenha, aplicar solução pós-dipping, garantindo que toda a extensão do teto seja imersa no produto. Essa solução, assim como o pré-dipping, deve ter efetividade comprovada, além de ser mais concentrada e viscosa do que a primeira, garantindo que permaneça no teto durante o período em que o esfíncter se encontre aberto. Ainda, é importante que a solução tenha propriedades umectantes, para evitar rachaduras e preservar a integridade dos tetos;

9. Como auxílio na prevenção de mastite, principalmente ambiental, disponibilizar aos animais um novo trato no retorno de cada ordenha, para que o consumo de matéria seca seja estimulado e que os animais não se deitem durante o período em que o esfíncter permanece aberto, estando portanto, mais suscetível à contaminação;

10. Ao término da ordenha, higienizar a sala e os equipamentos utilizados de acordo com a recomendação do fabricante, após cada uso, para evitar a proliferação de bactérias no material residual e a contaminação dos animais e do leite proveniente da ordenha posterior.

Devemos lembrar que a sala de ordenha é o setor que obtemos o leite de fato, produto que tanto cultivamos e que nos dará todo o retorno do que foi investido até então. Por isso devemos sempre manter nossos funcionários atualizados, satisfeitos e conscientes da importância de seu trabalho, garantindo que estes preceitos sejam seguidos diariamente e assegurando um produto de alta qualidade aos consumidores.

Fonte : http://www.agroceresmultimix.com.br/blog/

Inabor patrocinadora do Interleite Brasil 2016 – Uberlândia, MG.

A 17ª edição do Interleite Brasil reuniu cerca de 1300 pessoas no Center Convention na cidade de Uberlândia/MG entre os dias 03 e 04 de agosto. O número de público considerado é referente ao Jantar dos Top 100, o Fórum logo-ibrMilkPoint Mercado, o Curso Mastite e Qualidade do Leite – oferecido pelo professor belga Sarne De Vliegher – e o Interleite propriamente dito, teve mais de 840 participantes.

Nesta edição do Interleite, as palestras foram proferidas por produtores de leite de vários estados brasileiros, o que contribuiu para uma rica troca de experiências. Os moderadores dos painéis também foram escolhidos a dedo para acrescentarem no debate e as apresentações foram de 20 minutos por cada palestrante, o que trouxe maior dinamismo para o evento. Os participantes também puderam conferir as novidades nos estandes das empresas patrocinadoras.

A Inabor mais uma vez esteve presente como patrocinadora do evento, sempre preocupada com a qualidade do leite e buscando o contato direto com os produtores, demonstrando a importância das trocas adequadas de seus produtos para um maior conforto animal e qualidade de ordenha.

Foi sorteado um brinde da Inabor, no valor de R$ 500,00 em produtos onde o produtor de leite, Sr. José Joaquim Gomes de Alexânia(GO) foi o ganhador.

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