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		<title>Desafios do Verão na produção Leiteira com o calor extremo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 14:12:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desafios do Verão na produção Leiteira com o calor extremo! A produção de leite é sensivelmente afetada por condições climáticas extremas, especialmente durante ondas de calor. Temperaturas elevadas representam um desafio significativo para o bem-estar animal, a produtividade e a qualidade do leite. Impactos no Bem-Estar AnimalO calor extremo provoca estresse térmico nos bovinos, especialmente [&#8230;]</p>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default"><span style="font-size: 43.2px;">Desafios do Verão na produção Leiteira com o calor extremo!

</span></h2>		</div>
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							<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;">A produção de leite é sensivelmente afetada por condições climáticas extremas, especialmente durante ondas de calor. Temperaturas elevadas representam um desafio significativo para o bem-estar animal, a produtividade e a qualidade do leite.</span></p>
<p>Impactos no Bem-Estar Animal<br>O calor extremo provoca estresse térmico nos bovinos, especialmente em vacas leiteiras, que são particularmente sensíveis a altas temperaturas devido à sua elevada taxa metabólica. Durante períodos de calor intenso, os animais apresentam comportamentos como redução no consumo de alimentos, aumento na frequência respiratória e busca por áreas sombreadas, afetando diretamente sua saúde e desempenho.</p>
<p>Redução na Produção de Leite<br>O estresse térmico causa uma diminuição na ingestão de alimentos, levando a um menor aporte energético para a produção de leite. Além disso, o calor pode reduzir a eficiência da digestão e a capacidade do animal de transformar nutrientes em energia, o que compromete ainda mais a produção. Estudos mostram que períodos prolongados de calor extremo podem resultar em quedas significativas na produção diária de leite por vaca.</p>
<p>Alterações na Qualidade do Leite<br>Além da quantidade, o calor também pode impactar negativamente a qualidade do leite. Há uma redução no teor de sólidos totais, como gordura e proteína, além de maior incidência de células somáticas, que indicam possíveis problemas de saúde, como mastite.</p>
<p>Desafios no Manejo e Custo de Produção<br>Para mitigar os efeitos do calor, é necessário adotar estratégias de manejo, como instalação de sistemas de ventilação e resfriamento, oferta de água em abundância e uso de sombra natural ou artificial. Essas práticas, embora essenciais, aumentam os custos operacionais das propriedades. Adicionalmente, a necessidade de formulações nutricionais especiais, como rações com maior densidade energética, também contribui para o aumento dos custos.</p>
<p>Soluções para Superar os Desafios<br>Infraestrutura: Investir em galpões bem ventilados, ventiladores e aspersores de água para reduzir a temperatura ambiente.<br>Alimentação e Hidratação: Fornecer rações adaptadas ao calor, com suplementação de minerais e vitaminas, e garantir acesso contínuo a água fresca.</p><p>Seleção Genética: Promover a seleção de raças ou linhagens mais adaptadas ao calor.</p><p>Monitoramento: Implementar tecnologias de monitoramento para identificar precocemente sinais de estresse térmico.<br></p><p>O calor extremo é um desafio crescente na produção de leite, especialmente em regiões tropicais e subtropicais. Adaptar-se às condições climáticas adversas é fundamental para garantir a sustentabilidade econômica, o bem-estar animal e a produção de leite de alta qualidade.</p>						</div>
				</div>
					</div>
		</div>
							</div>
		</section>
							</div>
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		<title>Por que as Vacas Desenvolvem Mastite?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que as Vacas Desenvolvem Mastite? A mastite é uma condição inflamatória das glândulas mamárias que afeta as vacas e pode ter diversas causas. Esta condição não apenas prejudica o bem-estar do animal, mas também pode impactar negativamente a produção de leite e a qualidade do produto final. Aqui estão algumas das principais causas de [&#8230;]</p>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Por que as Vacas Desenvolvem Mastite?</h2>		</div>
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							<p>A mastite é uma condição inflamatória das glândulas mamárias que afeta as vacas e pode ter diversas causas. Esta condição não apenas prejudica o bem-estar do animal, mas também pode impactar negativamente a produção de leite e a qualidade do produto final. Aqui estão algumas das principais causas de mastite em vacas:</p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Bactérias:</strong> As infecções bacterianas são uma das principais causas de mastite em vacas leiteiras. Bactérias como Staphylococcus aureus, Streptococcus agalactiae e Escherichia coli podem invadir o úbere através de lesões nos tetos ou durante o processo de ordenha, levando à inflamação e infecção.</span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Má Higiene:</strong> Condições insalubres no ambiente de ordenha, como a falta de limpeza adequada dos equipamentos, das teteiras e das instalações, podem aumentar o risco de contaminação por bactérias causadoras de mastite.</span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Lesões nos Tetos:</strong> Ferimentos nos tetos, seja por atrito com o equipamento de ordenha ou por condições ambientais adversas, podem fornecer um ponto de entrada para as bactérias, aumentando o risco de mastite.</span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Estresse:</strong> O estresse físico ou emocional pode comprometer o sistema imunológico das vacas, tornando-as mais suscetíveis a infecções, incluindo mastite.</span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Manejo Nutricional:</strong> Dietas desequilibradas ou deficiências nutricionais podem enfraquecer a saúde geral das vacas, tornando-as mais propensas a desenvolver mastite.</span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Fatores Genéticos:</strong> Algumas linhagens de vacas podem ser geneticamente predispostas a desenvolver mastite, o que pode ser exacerbado por outras condições ambientais.</span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Infecções Fúngicas e Virais:</strong> Embora menos comuns do que as infecções bacterianas, os fungos e vírus também podem causar mastite em vacas.</span></p><p><span style="color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; font-style: inherit; font-weight: inherit; letter-spacing: 0.01em;"><strong>Má Prática de Ordenha:</strong> Ordenha inadequada, como ordenha excessiva ou incompleta, pode causar danos aos tetos e aumentar o risco de infecção.</span></p><p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif; letter-spacing: 0.01em;">Para prevenir a mastite e promover a saúde das vacas, é crucial implementar práticas de manejo adequadas, garantir condições higiênicas durante o processo de ordenha, oferecer uma dieta balanceada, e estar atento a qualquer sinal de infecção para tratamento precoce. O monitoramento regular da saúde das vacas e a adoção de medidas preventivas podem ajudar a reduzir significativamente a incidência de mastite e melhorar o bem-estar do rebanho leiteiro.</span></p>						</div>
				</div>
					</div>
		</div>
							</div>
		</section>
							</div>
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		<title>Lidando com o Calor Extremo: Cuidados Essenciais para Maximizar a Produção de Leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Nov 2023 20:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lidando com o Calor Extremo: Cuidados Essenciais para Maximizar a Produção de Leite Com a chegada do calor extremo, a manutenção da saúde e produtividade do rebanho leiteiro torna-se uma prioridade crucial. Temperaturas elevadas podem impactar negativamente a produção de leite e o bem-estar das vacas. Aqui estão algumas orientações essenciais para garantir que seu [&#8230;]</p>
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							<p></p>
<h2 style="text-align: center;"><b>Lidando com o Calor Extremo: Cuidados Essenciais para Maximizar a Produção de Leite</b></h2>
<p>Com a chegada do calor extremo, a manutenção da saúde e produtividade do rebanho leiteiro torna-se uma prioridade crucial. Temperaturas elevadas podem impactar negativamente a produção de leite e o bem-estar das vacas. Aqui estão algumas orientações essenciais para garantir que seu rebanho supere o calor sem comprometer a qualidade do leite:</p>
<p></p>
<p></p>
<ol class="wp-block-list">
<li style="list-style-type: none;">
<ol></ol>
</li>
</ol>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><li>Sombreamento Adequado:<br>Certifique-se de que as instalações ofereçam áreas sombreadas suficientes para permitir que as vacas se protejam do sol escaldante. Abrigos bem ventilados e com acesso a água fresca são fundamentais.</li></ul>
</li>
</ol>
<p></p>
<p></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><li>Hidratação Constante:<br>Mantenha bebedouros sempre abastecidos com água fresca e limpa. O consumo adequado de água é vital para evitar a desidratação, especialmente durante os períodos mais quentes do dia.</li></ul>
</li>
</ol>
<p></p>
<p></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><li>Ventilação Eficiente:<br>Garanta uma boa circulação de ar nas instalações. Ventiladores e sistemas de resfriamento podem ser empregados para reduzir o estresse térmico e manter a temperatura ambiente confortável.</li></ul>
</li>
</ol>
<p></p>
<p></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><li>Alimentação Balanceada:<br>Ajuste a dieta das vacas para incluir alimentos de fácil digestão e com maior teor de fibras. Isso pode ajudar a minimizar o aumento da temperatura corporal durante a digestão.</li></ul>
</li>
</ol>
<p></p>
<p></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><li>Manejo Adequado do Pastejo:<br>Se o rebanho tem acesso a pastagens, planeje o pastejo durante as horas mais frescas do dia, como nas primeiras horas da manhã ou no final da tarde, evitando o calor intenso.</li></ul>
</li>
</ol>
<p></p>
<p></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><li>Monitoramento da Saúde:<br>Esteja atento aos sinais de estresse térmico nas vacas, como respiração rápida, salivação excessiva e redução na ingestão de alimentos. Realize exames regulares para garantir a saúde do rebanho.</li></ul>
</li>
</ol>
<p></p>
<p></p>
<ol>
<li style="list-style-type: none;">
<ul><li>Programação Inteligente:<br>Organize as atividades diárias, como ordenha e manejo, fora dos horários mais quentes. Isso minimiza o estresse adicional durante os momentos críticos do dia.</li></ul>
</li>
</ol>
<p></p>
<p></p>
<p></p>
<p>Ao implementar essas práticas, você estará fortalecendo as defesas do seu rebanho contra o calor extremo, promovendo não apenas o bem-estar das vacas, mas também a manutenção da qualidade e quantidade da produção de leite. Lembre-se de que a prevenção é fundamental quando se trata de garantir a saúde e o desempenho do seu rebanho durante condições climáticas adversas.</p>
<p></p>						</div>
				</div>
					</div>
		</div>
							</div>
		</section>
							</div>
		<p>O post <a href="https://inabor.com.br/2023/11/16/lidando-com-o-calor-extremo-cuidados-essenciais-para-maximizar-a-producao-de-leite/">Lidando com o Calor Extremo: Cuidados Essenciais para Maximizar a Produção de Leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://inabor.com.br">Inabor</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mangueiras de Ordenha no Inverno: Troca Essencial para a Qualidade do Leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Jun 2023 17:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mangueiras de Ordenha no Inverno: Troca Essencial para a Qualidade do Leite A troca das mangueiras de ordenha no inverno é de extrema importância para garantir a qualidade do leite e a saúde dos animais. Durante essa estação do ano, as baixas temperaturas podem afetar negativamente as mangueiras, tornando-as mais rígidas e propensas a rachaduras. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://inabor.com.br/2023/06/20/mangueiras-de-ordenha-no-inverno-troca-essencial-para-a-qualidade-do-leite/">Mangueiras de Ordenha no Inverno: Troca Essencial para a Qualidade do Leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://inabor.com.br">Inabor</a>.</p>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Mangueiras de Ordenha no Inverno: Troca Essencial para a Qualidade do Leite</h2>		</div>
				</div>
					</div>
		</div>
							</div>
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							<p></p>
<p>A troca das mangueiras de ordenha no inverno é de extrema importância para garantir a qualidade do leite e a saúde dos animais. Durante essa estação do ano, as baixas temperaturas podem afetar negativamente as mangueiras, tornando-as mais rígidas e propensas a rachaduras.</p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif;">As mangueiras de ordenha desgastadas ou danificadas podem comprometer a higiene e a eficiência do processo de ordenha. Rachaduras e fissuras nas mangueiras podem ser locais propícios para a proliferação de bactérias e outros microrganismos, contaminando o leite. Além disso, mangueiras rígidas e danificadas podem dificultar o fluxo adequado do leite, causando desconforto para os animais e reduzindo a eficiência da ordenha.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif;">Ao trocar as mangueiras, garante-se a integridade dos equipamentos e, consequentemente, a qualidade do leite produzido. Mangueiras novas e flexíveis facilitam a limpeza e a higienização adequada, reduzindo os riscos de contaminação. Além disso, a troca regular das mangueiras contribui para o bem-estar dos animais, minimizando desconfortos e possíveis lesões.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif;">Outro ponto importante a ser considerado é a prevenção de perdas de calor durante o processo de ordenha. As mangueiras desgastadas e rígidas podem permitir o escape de calor do leite, resultando em perdas de temperatura significativas. No inverno, quando as temperaturas já estão baixas, é crucial garantir que o leite seja mantido na temperatura adequada desde o momento da ordenha até o armazenamento.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif;">A troca regular das mangueiras também representa uma medida preventiva contra problemas futuros. Ao substituir as mangueiras desgastadas antes que elas apresentem problemas mais graves, como vazamentos ou rupturas, evita-se interrupções no processo de ordenha e possíveis prejuízos econômicos.</span></p>
<p><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit; color: var( --e-global-color-text ); font-family: var( --e-global-typography-text-font-family ), Sans-serif;">Portanto, a importância da troca das mangueiras de ordenha, especialmente no inverno está diretamente relacionada à garantia da qualidade do leite, à eficiência do processo de ordenha, ao bem-estar dos animais e à prevenção de problemas futuros. É um investimento essencial para produtores de leite que desejam manter altos padrões de higiene, produtividade e rentabilidade em suas atividades.</span></p><p style="font-size: 16px; font-style: normal; font-weight: 400;">Inabor</p><p style="font-size: 16px; font-style: normal; font-weight: 400;">Junho/2023</p>						</div>
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		<title>Dia Mundial do Leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 12:46:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dia Mundial do Leite O Dia Mundial do Leite é uma celebração anual que ocorre em 1º de junho para destacar a importância do leite e dos produtos lácteos em nossas vidas diárias. Esse acontecimento global tem como objetivo conscientizar sobre o valor nutricional do leite, promover a indústria leiteira e reconhecer os esforços dos [&#8230;]</p>
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							<p></p>
<p>O Dia Mundial do Leite é uma celebração anual que ocorre em 1º de junho para destacar a importância do leite e dos produtos lácteos em nossas vidas diárias. Esse acontecimento global tem como objetivo conscientizar sobre o valor nutricional do leite, promover a indústria leiteira e reconhecer os esforços dos produtores de leite em todo o mundo.</p>
<p>O leite é um alimento básico há séculos, fornecendo nutrientes essenciais como cálcio, proteínas, vitaminas e minerais. Ele não é apenas parte vital de uma dieta equilibrada, mas também desempenha um papel crucial no crescimento e desenvolvimento das crianças. Desde fortalecer ossos e dentes até apoiar o crescimento e a reparação muscular, o leite oferece inúmeros benefícios à saúde.</p>
<p>O Dia Mundial do Leite serve como uma oportunidade para educar as pessoas sobre as vantagens nutricionais do consumo de leite. Ele enfatiza o papel do leite na prevenção da desnutrição, especialmente em populações vulneráveis, como crianças, mulheres grávidas e idosos. Além disso, destaca a importância do leite e dos produtos lácteos no combate à fome e na promoção da segurança alimentar em todo o mundo.</p>
<p>Este dia também reconhece os esforços dos produtores de leite, que trabalham incansavelmente para produzir leite de alta qualidade. A produção leiteira é uma ocupação exigente que requer dedicação, habilidade e compromisso. O Dia Mundial do Leite reconhece as contribuições desses produtores, aumentando a conscientização sobre seu papel em fornecer uma fonte de alimento segura e confiável para as comunidades ao redor do mundo.</p>
<p>Além disso, o Dia Mundial do Leite incentiva práticas leiteiras sustentáveis. Ele enfatiza a necessidade de métodos de produção ambientalmente amigáveis, uso responsável da água e bem-estar animal na indústria leiteira. Ao promover práticas sustentáveis, este dia incentiva os consumidores a fazer escolhas informadas e apoia a viabilidade de longo prazo do setor lácteo.</p>
<p>Ao longo do mundo, diversos eventos e atividades são organizados no Dia Mundial do Leite para envolver comunidades, indivíduos e organizações. Esses eventos podem incluir sessões de degustação de leite, seminários sobre nutrição, campanhas educacionais em escolas, exposições de produtos lácteos e visitas a fazendas. As plataformas de mídia social também desempenham um papel significativo na disseminação da conscientização, com hashtags como #DiaMundialdoLeite, #WorldMilkDay e #RaiseAGlass&nbsp;alcançando milhões de pessoas em todo o mundo.</p>
<p></p>
<p>O Dia Mundial do Leite é um lembrete do papel essencial que o leite e os produtos lácteos desempenham em nossas vidas. É uma oportunidade para celebrar as contribuições dos produtores de leite, promover práticas sustentáveis e conscientizar sobre os benefícios nutricionais do leite. Portanto, neste dia, vamos elevar o copo ao leite e reconhecer sua importância em nutrir nossos corpos e apoiar comunidades saudáveis em todo o mundo.</p>
<p>Inabor</p>
<p>Junho/2023</p>
<p></p>						</div>
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		<title>Diminuição no número de produtores de leite no Brasil</title>
		<link>https://inabor.com.br/2023/03/21/diminuicao-no-numero-de-produtores-de-leite-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 17:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diminuição no número de produtores de leite no Brasil   A quantidade de produtores de leite no Brasil tem diminuído nos últimos anos. Segundo dados do Censo Agropecuário 2017, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de propriedades leiteiras no país caiu 23% em relação ao censo anterior, realizado em 2006. [&#8230;]</p>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Diminuição no número de produtores de leite no Brasil</h2>		</div>
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<p class="has-medium-font-size"> </p>
<p></p>
<p></p>
<figure class="wp-block-image alignright size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-9700" src="https://inabor.com.br/storage/2023/03/DALL·E-2023-01-30-14.51.05-1024x1024.png" alt="" width="330" height="330" /></figure>
<p></p>
<p></p>
<p>A quantidade de produtores de leite no Brasil tem diminuído nos últimos anos. Segundo dados do Censo Agropecuário 2017, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de propriedades leiteiras no país caiu 23% em relação ao censo anterior, realizado em 2006.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Essa queda pode ser atribuída a diversos fatores, como a falta de políticas públicas efetivas para apoiar os pequenos produtores, a concorrência com grandes empresas do setor, a baixa rentabilidade da atividade leiteira e as dificuldades enfrentadas pelos produtores para se adaptarem às exigências do mercado.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>No entanto, é importante ressaltar que a diminuição do número de produtores de leite não significa necessariamente uma redução na produção total de leite no país. Apesar da queda no número de propriedades, a produção média por propriedade tem aumentado, devido a investimentos em tecnologia e melhorias na gestão da produção.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Além disso, a atividade leiteira ainda é importante para a economia do país, especialmente em regiões mais carentes. A produção de leite gera emprego e renda para milhares de famílias em todo o país, além de contribuir para o abastecimento do mercado interno e para as exportações de produtos lácteos.</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Em suma, embora o número de produtores de leite no Brasil tenha diminuído, a atividade ainda é relevante para a economia e para o bem-estar de muitas famílias. É fundamental que sejam implementadas políticas públicas efetivas para apoiar os pequenos produtores e garantir a sustentabilidade da atividade no país</p>
<p></p>
<p></p>
<p>Autor: Inabor</p>
<p></p>						</div>
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		<title>Quanto é a perda de produção de leite em razão de alta CCS?</title>
		<link>https://inabor.com.br/2023/02/02/quanto-e-a-perda-de-producao-de-leite-em-razao-de-alta-ccs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 19:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quanto é a perda de produção de leite em razão de alta CCS? Estimativas de prejuízos causados por&#160;doenças nos rebanhos leiteiros&#160;dependem de diferentes variáveis externas (preço e programas de bonificação do&#160;preço do leite) e internas da fazenda (dias em lactação-DEL, número de lactações, custo de reposição). De forma geral, o&#160;total das perdas associadas com a [&#8230;]</p>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Quanto é a perda de produção de leite em razão de alta CCS?</h2>		</div>
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<p>Estimativas de prejuízos causados por&nbsp;<a href="https://www.milkpoint.com.br/temas/doencas-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">doenças nos rebanhos leiteiros</a>&nbsp;dependem de diferentes variáveis externas (preço e programas de bonificação do&nbsp;<a href="https://www.milkpoint.com.br/preco-do-leite/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preço do leite</a>) e internas da fazenda (dias em lactação-DEL, número de lactações, custo de reposição).</p>



<p>De forma geral, o<strong>&nbsp;total das perdas associadas com a doença pode ser dividido em dois grandes grupos.</strong></p>



<p>No primeiro, estão as perdas ou custos indiretos, que ocorrem quando há redução da receita por perda de&nbsp;<a href="https://www.milkpoint.com.br/artigos/producao-de-leite/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">produção de leite</a>&nbsp;ou pelo não recebimento de um benefício (p.ex., perda de bonificação pela alta&nbsp;<a href="https://www.milkpoint.com.br/noticias-e-mercado/giro-noticias/youtube-o-que-e-ccs-e-cbt-220838/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">CCS do leite</a>, risco aumentado de outras doenças).</p>



<p>No segundo grupo, temos os custos diretos, que estão diretamente associados com a ocorrência da&nbsp;<a href="https://www.milkpoint.com.br/artigos/producao-de-leite/mastite-bovina-definicoes-e-conceitos-223333/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">mastite</a>, como os custos de tratamento, descarte do leite, morte, entre outros. É consenso da maioria dos estudos que as<strong>&nbsp;perdas de produção de leite causadas pela mastite subclínica são o principal componente do custo total da mastite</strong>&nbsp;nas fazendas leiteiras, sendo que a CCS individual e do tanque são as principais ferramentas de avaliação destas perdas.</p>



<p>A principal explicação para a&nbsp;<strong>relação entre CCS e a redução da produção de leite</strong>&nbsp;baseia-se na redução da capacidade de produção quando as vacas apresentam um ou mais quartos mamários com mastite.</p>



<p>Assim, vários estudos estimaram as<strong>&nbsp;perdas de produção de leite individuais de acordo com a CCS</strong>, levando-se em consideração os DEL e o número de lactações, no entanto para calcular o total de perdas por rebanho há a necessidade de estimar a somatória de perdas individuais e a duração do tempo que cada vaca permaneceu com alta CCS.</p>



<p>Quando a fazenda consegue fazer&nbsp;<strong>boas estimativas das perdas causadas pela mastite</strong>, pode-se ter melhores definições sobre a necessidade de medidas de controle, estimativa de custo:benefíco ou se medidas já implantadas tiveram a resposta esperada. Além disso, deve-se destacar que não é realista esperar que todas as perdas de produção de leite podem ser eliminadas, principalmente quando a CCS média do rebanho atinge &lt; 100.000 células/ml, que é considerado um limite abaixo do qual as perdas são pouco significativas.</p>



<p>Os resultados de um estudo canadense auxiliam a&nbsp;<strong>estimar as perdas de produção de leite&nbsp;</strong>quando as fazendas apresentam redução da CCS, p.e., quando ocorre redução do percentual de vacas com CCS&gt;200.000 células/ml.</p>



<p>Este estudo foi baseado em&nbsp;<strong>banco de dados com mais de um milhão de vacas</strong>&nbsp;sob controle leiteiro de Ontario, Canadá, obtidos durante 10 anos (2009-2019) a partir de 3740 fazendas. O total de dados individuais ultrapassou 18 milhões de observações de produção de leite, CCS,&nbsp;<a href="https://www.milkpoint.com.br/colunas/lipaufv/composicao-e-particularidades-dos-componentes-do-leite-225189/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">composição</a>, e informações da vaca (DEL e número de lactações, parto, secagem, duração da lactação) e da fazenda.</p>



<p>As estimativas de perdas de produção incluídas nas modelos estatísticos<strong>&nbsp;levaram em consideração o efeito da CCS, do DEL, da estação do ano e do rebanho.&nbsp;</strong>Foi considerado que vacas com &lt;100.000 células/ml não apresentaram perdas significativas de produção de leite.</p>



<p><strong>Tabela 1.</strong>&nbsp;Perdas individuais de produção de leite (kg/vaca/d) por CCS e número de lactação, Fonte: Chen et al., 2021.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="738" height="184" src="http://www.inabor.com.br/novo/wordpress/wp-content/uploads/2023/02/ims1.jpg" alt="" class="wp-image-9467" srcset="https://inabor.com.br/storage/2023/02/ims1.jpg 738w, https://inabor.com.br/storage/2023/02/ims1-300x75.jpg 300w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></figure>



<p><strong>Figura 1</strong>&nbsp;– Perdas individuais de produção de leite (kg/vaca/d) por CCS e número de lactação, Fonte: Chen et al., 2021</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="705" height="390" src="http://www.inabor.com.br/novo/wordpress/wp-content/uploads/2023/02/ims2.jpg" alt="" class="wp-image-9468" srcset="https://inabor.com.br/storage/2023/02/ims2.jpg 705w, https://inabor.com.br/storage/2023/02/ims2-300x166.jpg 300w" sizes="(max-width: 705px) 100vw, 705px" /></figure>



<p>Os&nbsp;<strong>dados da tabela e figura 1 detalham as perdas individuais de produção</strong>. Por exemplo, para as primíparas as perdas variam de 0,42 (200.000 céls/ml) até 1,81 kg/d (2.000.000 céls/ml), o que representa redução de 1,5% a 6,0% em comparação com vacas com CCS de 100.000 céls/ml. Por outro lado, vacas de 2ª e 3ª lactações apresentam perdas similares, com redução variando de 2,5% a 9,0%.</p>



<p>Os resultados das estimativas de perdas médias de produção de leite por fazenda, distribuídas de acordo com a CCS do tanque estão apresentadas na figura 2, indicando que&nbsp;<strong>existe uma significativa relação entre CCS do tanque e perdas médias de produção de leite</strong>. No entanto, os pesquisadores destacam que mesmo apresentaram um alto coeficiente de correlação (R<sup>2</sup>&nbsp;ajust = 0,99), a melhor estimativa de perdas de produção de fazendas é baseada no cálculo do somatório das perdas individuais das vacas (figura 1) e não por meio do uso de uma equação que estima a perda média (conforme apresentado na figura 2).</p>



<p>Desta forma, os resultados indicam que a melhor estimativa de perda de produção total n<strong>ão deve ser baseada em dados médias da CCS do tanque,</strong>&nbsp;uma vez que a perda total depende do somatório das perdas individuais das vacas, as quais variam de acordo com o número de lactação e duração dos casos de mastite.</p>



<p><strong>Figura 2.</strong>&nbsp;Perdas médias de produção de leite por fazenda, de acordo com a CCS do tanque, Fonte: Chen et al., 2021.</p>



<p><img loading="lazy" decoding="async" width="641" height="441" src="" alt="&nbsp;Perdas médias de produção de leite por fazenda, de acordo com a CCS do tanque, Fonte: Chen et al., 2021"></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="641" height="441" src="http://www.inabor.com.br/novo/wordpress/wp-content/uploads/2023/02/ims3.jpg" alt="" class="wp-image-9469" srcset="https://inabor.com.br/storage/2023/02/ims3.jpg 641w, https://inabor.com.br/storage/2023/02/ims3-300x206.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 641px) 100vw, 641px" /></figure>



<p><br>Fonte: C<a rel="noreferrer noopener" href="https://doi.org/10.3168/jds.2020-18517" target="_blank">hen, et al, 2021, J. Dairy Sci. 104:7919–7931</a></p>



<p></p>



<p>Fonte: <a href="https://www.milkpoint.com.br/">https://www.milkpoint.com.br/</a></p>



<p>Escrita por <strong>POR MARCOS VEIGA SANTOS</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Teteiras: Borracha ou Silicone?</title>
		<link>https://inabor.com.br/2022/06/06/teteiras-borracha-ou-silicone/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jun 2022 14:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.inabor.com.br/?p=6100</guid>

					<description><![CDATA[<p>Teteiras: Borracha ou Silicone? Vocês sabem de que materiais são feitos as teteiras/insufladores? Neste texto, falaremos sobre os diferentes tipos de matéria prima para fabricar as teteiras do sistema de ordenha.&#160; Na Inabor, produzimos as teteiras com dois tipos de matéria prima, a borracha e o silicone. Essa segunda muito estigmatizada com várias dúvidas sobre [&#8230;]</p>
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			<h2 class="elementor-heading-title elementor-size-default">Teteiras: Borracha ou Silicone?</h2>		</div>
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<p>Vocês sabem de que materiais são feitos as teteiras/insufladores? Neste texto, falaremos sobre os diferentes tipos de matéria prima para fabricar as teteiras do sistema de ordenha.&nbsp;</p>



<p>Na Inabor, produzimos as teteiras com dois tipos de matéria prima, a borracha e o silicone. Essa segunda muito estigmatizada com várias dúvidas sobre ela, tentaremos aqui trazer um pouco de esclarecimentos sobre esse tema.</p>



<p>Ambos os produtos, fabricados com matérias primas importadas de primeira linha, 100% atóxico, podendo estar em contato com alimento e um processo produtivo de última geração. Todas as teteiras, antes de sair de fábrica passa por um rígido processo de inspeção de qualidade e o Sistema de Gestão é certificado pela Norma ISO 9001:2015</p>



<p>A teteira de silicone quando lançada no mercado prometia maior durabilidade de ordenhas durando o dobro da de borracha. Bem, isso sim realmente é uma característica das teteiras de silicone em todas as provas o silicone suporta 5.000 ordenhas, ou seja, o dobro do planejado na borracha (2.500 ordenhas), resistência térmica muito superior à borracha (tanto interna relação a água, quanto externa de temperaturas extremas) promovendo baixa irritabilidade à pele do teto, essas são vantagens do silicone em relação a borracha.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.milkpoint.com.br/img/artigo/conteudo/95204/" alt="Inabor"/></figure>



<p>Contudo, com essa qualidade o silicone apresenta também alguns detalhes peculiares para quem pretende utilizar, é um produto com maior longevidade de uso na ordenha sim, entretanto possui menor resistência mecânica que a fabricada em borracha. Ou seja, mais sensível a quedas, choques, pisões, etc. Por essa característica se requer alguns cuidados na sua instalação e uso, é extremamente recomendável a informação correta acerca do produto.</p>



<p>A rotina de ordenha requer uma série de operações na teteira, durante uma sessão exigindo esforço e resistência do material. Devido a isso é imprescindível não só nas teteiras de silicone como na de borracha se certificar que o encaixe do coletor e da teteira são compatíveis, caso contrário o risco de danificar a teteira no encaixe é alto quando não compatíveis ou até mesmo não permanecer no local caindo facilmente. Na hora da instalação no niple do coletor, usar um detergente, ou até mesmo água, para o encaixe mais suave e sempre se certificar de que o niple onde a teteira vai ser encaixada está bem limpa, fazer a limpeza do coletor antes da instalação do novo conjunto de teteira.</p>



<p>Nesse ponto nas teteiras ocorrem grande esforço e tensão do material que encobre os&nbsp;<em>niples</em>&nbsp;de encaixe dos coletores. Na Inabor já fabricamos a parte do encaixe mais reforçada para resistir a esse tipo de situação, mas, para minimizar problemas neste ponto existe já no mercado a venda reforço do encaixe da teteira, caso necessário, para evitar transtornos com quedas e batida nesse ponto podendo ocasionar o rompimento da teteira de silicone.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.milkpoint.com.br/img/artigo/conteudo/95205/" alt="Teteira de silicone"/></figure>



<p>Utilizar a capa correta para o modelo de teteira pretendida que promova a tensão e os encaixes corretos tanto dos anéis como do bocal, com isso promovendo a ordenha e massagem ideal nos tetos dos animais.</p>



<p>Atentar ao tamanho do bocal da teteiras, sempre adaptando ao padrão médio dos tetos do rebanho, promovendo encaixe harmônico realizando uma ordenha com a durabilidade das teteiras com êxito. Os demais cuidados estão relacionados aos mesmos das de borrachas certificarem que o modelo e desenho escolhido de teteira seja o mais indicado ao seu padrão de úbere e assim regular o sistema de ordenha para sua máxima eficiência.</p>



<p>Deverá realizar a regulagem do equipamento de ordenha para utilizar as teteiras de silicone já que a força de colapso se difere da borracha sendo assim boa avaliação técnica será de grande importância, pois evitará uma série de intercorrências que poderiam acontecer. Principalmente quando está fazendo migração de teteira de borracha para silicone haverá um tempo para ajuste e adaptação da ordenha, pois como dito o colapso difere sendo mais leve no silicone.</p>



<p>Essas sugestões de atenção quanto ao manuseio de teteira de silicone é para assegurar que o cliente possua uma boa experiência de uso, a mesma entrega o que necessita uma teteira com massagem e extração do leite de maneira rápida completa e suave como deve ser.&nbsp;</p>



<p>Sempre é sugerida para locais com uma rotina de ordenha constante em estrutura de ordenha dotada de fosso, com extração automática para melhor manuseio dos conjuntos de ordenha. Demais sistemas, como balde ao pé também podem utilizar, entretanto, devem ter mais atenção ao manuseio dos conjuntos de ordenha, para evitar quedas do conjunto, lembrem-se que as teteiras de silicone são mais sensíveis às quedas, isso devido ao seu nobre material, se procuram uma teteira mais resistente, usem as de borracha.</p>



<p>Boa Lactação a todas as fazendas!</p>



<p><strong>Lissandro Stefanello Mioso</strong></p>



<p>Consultor Técnico</p>
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		<title>Sinais para 2022</title>
		<link>https://inabor.com.br/2021/12/10/sinais-para-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Dec 2021 14:21:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinais sempre devem ser vistos com atenção, reanalisados frequentemente para serem corretamente interpretados e incorporados à estratégia do negócio. Nesses tempos atípicos que vivemos ao navegar em sites e relatórios de consultorias técnicas voltadas ao agronegócio observamos alguns movimentos de transformação na estrutura da cadeia leiteira. Acompanhando o site Milkpoint e alguns dados e artigos [&#8230;]</p>
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<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.milkpoint.com.br/img/artigo/conteudo/96545/" alt="Informações e sinais para 2022"/></figure></div>



<p>Sinais sempre devem ser vistos com atenção, reanalisados frequentemente para serem corretamente interpretados e incorporados à estratégia do negócio. Nesses tempos atípicos que vivemos ao navegar em sites e relatórios de consultorias técnicas voltadas ao agronegócio observamos alguns movimentos de transformação na estrutura da cadeia leiteira.</p>



<p>Acompanhando o site Milkpoint e alguns dados e artigos constatamos que a produção de leite no Brasil permanece estável, ou seja, sem crescimento nos últimos anos e analisando mais profundamente se constata um movimento de mudança de sistemas de produção havendo um aumento significativo da adoção de sistemas confinados onde o sistema de “<em>compost barn</em>” puxa a frente na preferência.</p>



<p>Dados de laticínios indicam que em média 35% do leite captado no Brasil são oriundos de confinamentos, o que nos sugere a busca de aperfeiçoamento dos resultados da produção com maior produtividade e profissionalização da propriedade.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.milkpoint.com.br/img/artigo/conteudo/96546/" alt="Inabor"/></figure></div>



<p>Segundo a Emater/RS há redução na ordem de 50% no número de produtores nos últimos 6 anos no estado gaúcho, contudo a produção não é afetada. Para isso ocorrer se entende que houve uma maior produtividade nas granjas que permanecem graças a aplicação de técnicas e tecnologias.</p>



<p>O Engenheiro Agrônomo na Emater/RS Leandro Ebert relata: &#8220;Não<em>&nbsp;é que está acontecendo uma migração dos produtores do sistema a base de pasto para os sistemas mais intensivos, confinado ou semiconfinado. O que está acontecendo é uma exclusão dos produtores da produção de leite do Rio Grande do Sul. Uma pequena parte está indo para os sistemas confinado e semiconfinado, e consegue se manter dessa forma</em>.”</p>



<p>Com esses sinais entendemos uma tendência para maior controle dos recursos destinados à produção leiteira com aumento da preferência dos sistemas confinados. Esses sistemas têm por características a concentração dos animais, com isso surge também um novo desafio, o destino dos dejetos.</p>



<p>A sustentabilidade ambiental devido aos dejetos abre-se outra janela de oportunidade à propriedade, com a utilização dos dejetos para produção de biofertilizantes tendo assim impacto na redução de custos para o produtor.</p>



<p>Isso devido à alta significativa que os fertilizantes vêm sofrendo, utilizar os dejetos para transformá-los em fertilizantes reduz significativamente os gastos com esses insumos, além de ser uma alternativa que oferece excelentes ganhos ambientais. Esses biofertilizantes, se manejados da forma correta, podem ser aplicados em todo tipo de cultura agrícola presente na propriedade, inclusive alimentos destinados aos próprios animais. A destinação correta desses dejetos é de suma importância para a produção e pode ser uma oportunidade para a redução de custos.</p>



<p>Verificando a situação dos fertilizantes essenciais à produção verificou o seguinte cenário internacional, com preços de gás natural e petróleo sob forte pressão e problemas no mercado de fornecimento desses itens principalmente com um dos principais atores a Bielo-Rússia sendo alvo de sanções por parte União europeias e Estados Unidos. De acordo com José Mendonça de Barros, da MB Agronegócio, “<em>há uma escassez física de material no mercado por causa das restrições comerciais com a Bielo-Rússia e o potássio é indispensável. É produzida em alguns lugares, como Canadá, Rússia, Bielo-Rússia e um pouco na China – que está travando as exportações de fertilizantes para proteger seu mercado interno</em>”.</p>



<p>“<em>Na questão do fornecimento de potássio, pode normalizar alguma coisa, mas entra o efeito da desvalorização do câmbio – o dólar está cada vez mais alto. Com isto, a pressão sobre os custos de produção para a agricultura vai continuar mesmo em um cenário em que a União Europeia alivie a pressão sobre a Bielo-Rússia</em>”, conclui Mendonça de Barros.</p>



<p>Fator novo pode mudar preços da soja para 2022. O problema começará a aparecer na compra dos insumos para o milho safrinha de 2022, crescem as possibilidades de que o aumento dos custos com fertilizantes reduza a área que será destinada à produção de cereais no próximo ciclo, aponta a TF Consultoria Agroeconômica. De acordo com os analistas de mercado, esse é um fator novo que pode mudar a tendência dos preços da soja para 2022.</p>



<p>Haverá fertilizantes suficientes para todos? Segundo analistas, a situação, neste momento, é: &#8220;Os<em>&nbsp;preços dos fertilizantes para a próxima safra de verão no Brasil estão garantidos e definidos, porque já foram comprados e entregues</em>”. “<em>O problema começará a aparecer na compra dos insumos para o milho safrinha de 2022 e o trigo da safra 2022, atingindo a soja posteriormente</em>”, conclui a TF Consultoria Agroeconômica.</p>



<p>Portanto a atenção nesse período de reorganização dos mercados a normalização do fluxo comercial pós-pandemia requer muita informação e dados para que possamos traçar uma estratégia de negócio robusta para que possamos seguir produzindo sem sobressaltos alicerçados num plano de negócio bem formulado.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.milkpoint.com.br/img/artigo/conteudo/96547/" alt="Ordenha"/></figure></div>



<p>Que o momento que atravessamos está repleto de desafios e que precisamos de informações reais e atentas a todos os sinais de mercado. Dados nos trazem que a produção de leite não apresenta grande crescimento, entretanto o desempenho animal melhorou, sistemas de criação foram aperfeiçoados mostrando o perfil de profissionalização no campo para a produção de leite.</p>



<p>Sofremos com a demanda reprimida devido ao desemprego, perda do poder de compra do consumidor, entretanto ao olhar a jarra meio cheia vimos às importações lácteas caírem e iniciamos de certo modo exportação de lácteos que pode ser uma boa alternativa de futuro ao setor.</p>



<p>Gostaríamos de desejar&nbsp;saúde,&nbsp;sucesso, trabalho e excelentes lactações futuras.</p>



<p style="text-align:center">Feliz Natal e um excelente 2022!</p>



<p style="text-align:center">Boa Lactação a todas as fazendas!</p>



<p style="text-align:right"><strong>Lissandro Stefanello Mioso</strong></p>



<p style="text-align:right">Médico Veterinário – CRMV 8457</p>



<p style="text-align:right">Consultor Técnico</p>
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		<title>Teteiras 2 anéis: afinal pra que serve?</title>
		<link>https://inabor.com.br/2021/08/31/teteiras-2-aneis-afinal-pra-que-serve/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[inabor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Aug 2021 19:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabemos que a teteira é uma parte do equipamento de ordenha e que a mesma é a única parte em contato com o animal a ser ordenhado. As teteiras são responsáveis pela a massagem no teto realizando o processo de fechamento e abertura através da diferença de pressão, assunto já abordado em outros textos. Entretanto, [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p>Sabemos que a teteira é uma parte do equipamento de ordenha e que a mesma é a única parte em contato com o animal a ser ordenhado. As teteiras são responsáveis pela a massagem no teto realizando o processo de fechamento e abertura através da diferença de pressão, assunto já abordado em outros textos.</p>



<p>Entretanto, possuímos diversos modelos de teteiras com cabeças diferentes, massageadores distintos, mas todas possuem uma coisa em comum que são os anéis de encaixe na capa metálica.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.milkpoint.com.br/img/artigo/conteudo/91504/" alt="Inabor"/></figure></div>



<p>Recordarmos que a teteira necessita ser montada ou instalada numa capa metálica onde ficará com a tensão certa ou esticada de forma a trabalhar com melhor desempenho. Podemos fazer uma analogia ao pneu que necessita ser montado numa roda, sendo assim temos que saber as medidas do pneu e da roda para sua correta montagem e funcionamento, o mesmo ocorre na teteira e a capa metálica deverá formar um conjunto perfeito.</p>



<p>Ao verificar um catálogo ou visitar uma revenda de ordenha observa-se uma variação muito comum no Brasil. Teteiras parecidas, entretanto diferentes nos encaixes, umas com um (1) anel de encaixe e outras com dois (2) anéis de encaixe.</p>



<p>Uma das conversas que muito escutei foi de se trabalhar três (3) meses num anel e outros três (3) meses no outro anel deixando as teteiras com tensão sempre. Mas e as de um anel então perdem a tensão? Não, todas as teteiras de qualidade são produzidas para que suportem as 2.500 ordenhas ou seis meses o que vencer primeiro.</p>



<p>Então nos modelos de dois anéis o material de fabricação é pior? Não. São fabricadas com a mesma rigidez e qualidade das demais e passam por todos os testes de igual maneira. É produzido com a mesma especificidade para duração das 2.500 ordenhas ou seis meses, o que vencer primeiro.</p>



<p>Sendo assim para que os dois anéis? As ordenhadeiras devem estar acompanhando o melhoramento genético dos animais, assim, com o tempo, estudos e acompanhamento de dados de ordenhas novos produtos surgiram como coletores de leite novos e até mesmo capas de ordenhas maiores ou em outros materiais que não o aço inox.</p>



<p>Para tanto na questão das capas metálicas possuímos capas com 140 mm de comprimento que acredito terem sido as primeiras e logo tivemos também as capas de 155 mm de comprimento tendo como única diferença o comprimento, no restante são iguais. Sabendo que precisamos que a teteira tenha uma tensão certa, ou seja, que o massageador não fique nem muito frouxo enrugando ou muito esticado batendo palma é ai que entra a tecnologia simples dos dois anéis a teteira dois (2) anéis seria universal para ambos os comprimentos;</p>



<p style="text-align:center">1° Anel para capas 155 mm</p>



<p style="text-align:center">2° Anel para capas 140 mm</p>



<p>Desta maneira estamos garantidos que a tensão da teteira perfeita para seu correto funcionamento e a mesma estar em condições por 2.500 ordenhas no mesmo anel de encaixe como se fosse a de um anel. Essa é a diferença a meu ver quando utilizamos o modelo dois anéis podendo instalar nessa variação de comprimento de capa o que não ocorre na de um (1) anel que deverá estar instalada na sua capa de origem. Outro fator que considero muito importante é que a vazão das teteiras de dois (2) anéis geralmente é mais baixa que as de um anel sendo esses modelos largamente utilizados em equipamentos balde ao pé.</p>



<p>Claro que já presenciei propriedades lançando mão da troca de anel com sucesso, mas, no entanto tenho forte convicção que se utilizar da maneira descrita acima o funcionamento da mesma será correto com uma ordenha excelente.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://www.milkpoint.com.br/img/artigo/conteudo/91503/" alt="Teteiras"/></figure></div>



<p style="text-align:center">Boa Lactação a todas as fazendas!</p>



<p style="text-align:right"><strong>Lissandro Stefanello Mioso</strong></p>



<p style="text-align:right">Médico Veterinário – CRMV 8457</p>



<p style="text-align:right">Consultor Técnico<br></p>
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