Rural Show – Treinamento Cooperativa Piá

Sempre na intenção de fortalecer as parcerias e auxiliar os clientes , a Inabor esteve presente em mais Novo Logotipo Agropiaum treinamento, dessa vez na Cooperativa Piá em Nova Petrópolis.

O treinamento foi ministrado mais uma vez pelo Médico Veterinário e técnico da Inabor, Lissandro Stefanello e teve como participantes, vendedores, balconistas e técnicos de campo da Cooperativa Piá de diversas cidades da serra Gaúcha.

Além do treinamento para a Cooperativa, a Inabor participou também da 8° edição do Rural Show.

O evento, que já é considerado o maior da agricultura familiar do Brasil, novamente superou as expectativas e teve expressivo público, totalizando a participação de cerca de 45 mil pessoas.

Durante quatro dias, os visitantes que compareceram ao Centro de Eventos de Nova Petrópolis tiveram a oportunidade de participar de palestras, dinâmicas, encontros e reuniões para trocar experiências e adquirir informações importantes sobre o setor rural.

A Inabor esteve presente, prestigiando a Cooperativa Piá e tirando dúvidas dos produtores quanto a melhor utilização dos seus produtos e importância de respeitar o tempo de troca indicado para as peças de reposição das máquinas ordenhadeiras.

treinamento piáfeira piá

Treinamento Técnico : Inabor – Cooperativa Santa Clara

Nos dias 7 e 8 de Junho a Inabor, esteve nas Cooperativas Santa Clara de Paraí e Veranópolis em mais um logo santa claratreinamento técnico junto a seus parceiros.

Na oportunidade, o treinamento foi passado para balconistas, vendedores externos, responsáveis das lojas e técnico de instalação de ordenha das regiões.

Sempre focado no intuito da melhoria, qualidade do leite e na preservação da saúde do úbere da vaca mais especificamente a qualidade de ponta de teto, o treinamento tem como intenção não apenas mostrar a importância das trocas das teteiras, mangueiras e sua instalação correta, mas a importância de todo o conjunto de ordenha estar revisado e com um bom funcionamento para isso refletir na produção de leite.

O vendedor externo e técnico em ordenha da Inabor, Lissandro Stefanello, médico veterinário de formação e com mais de 10 anos de experiência no ramo, foi o palestrante e relatou sobre o treinamento, “é de grande valia esse tipo de evento, são nessas ocasiões que podemos esclarecer muitas dúvidas sobre esse componente que está em contato direto com animal e seus desenhos que se adaptam melhor para cada tipo de rebanho ou equipamento. Mostrando que tudo deve estar trabalhando em harmonia para se praticar uma ordenha de qualidade”.

Henrique Fioravante Rodrigues Fallavena, da Cooperativa Santa Clara, também comentou, “Em períodos de incertezas, estes encontros reforçam as relações através da qualificação da equipe de vendas e da troca de experiências”.

Para maiores informações sobre treinamento, envie e-mail para contato@inabor.com.br

DSC_9500

Treinamento Técnico: Inabor – Cooperativa Languiru

logo-languiru-2016No dia 14/04/2016, a Inabor realizou treinamento técnico na Cooperativa Languiru – TEUTÔNIA.

O treinamento foi realizado para vendedores e balconistas das unidades Languiru na Região e teve como seu palestrante o veterinário Andreas Dal Aqua. O principal tema abordado foi sobre as melhores práticas em manejo de teteiras e suas indicações de uso.

O principal objetivo da Inabor com esse treinamento é de abastecer as equipes de vendas com argumentos técnicos e informações que sejam pertinentes aos produtores e clientes em geral, enfatizando a importância da troca de teteiras e mangueiras no tempo certo, buscando assim uma maior qualidade no leite e na produção do mesmo.

Abaixo, o depoimento de uma participante do treinamento:

“ O treinamento foi muito produtivo, foi nos passado algumas dicas para hora da venda, saber para qual produtor vender teteiras de borracha ou silicone e as diferenças entre elas. O cálculo usado para calcular a validade por determinado número de vacas e ordenhas no tempo certo, muitos acham que trocar as teteiras sem elas estarem furadas é besteira, dinheiro posto fora, mas na realidade elas estão deixando de ganhar, pois já houve desgaste e sai da rotina da vaca, a massagem já não é mais a mesma. Gosto da qualidade da Inabor, não me lembro de algum caso de troca por defeito de fabricação. ”

Carin Ahlert

Vendedora – Setor do Leite – Languiru

Para maiores informações sobre treinamento, envie e-mail para contato@inabor.com.br

Palestra - Dal Aqua - Languiru

Fórum do Leite/RS: CCGL anuncia investimento e exportação é apontada como caminho para estabilizar o mercado

Um público de 300 produtores prestigiou a 12ª edição do Fórum Estadual do Leite, durante a Expodireto. O evento é uma realização da Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) e Cotrijal. Fizeram parte da mesa de abertura o presidente da Cotrijal Nei César Mânica, vice-presidente Enio Schroeder, prefeita de Não-Me-Toque Teodora Lütkemeyer, o presidente da CCGL Caio Cézar Vianna, o presidente da Sindilat Alexandre Guerra, o presidente da Emater Clair Kuhn, o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcísio Minetto, o secretário de Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo e o representante do Senar, Herton de Lima.

O presidente da CCGL enfatizou que deve existir uma consciência de esforço coletivo para que o leite brasileiro ocupe um espaço mais expressivo na economia do país, conquistando mercados e tendo o respeito que merece. “Nós acreditamos muito no leite, vamos trabalhar para que o produtor tenha sua rentabilidade garantida, pois essa é a única forma para que a sua rentabilidade possa sobreviver ao longo do tempo. Nós reconhecemos toda importância que o leite tem para manutenção do homem no campo. Não só isso, mas como atividade empresarial e econômica”, expôs Vianna.

O otimismo também foi a tônica do discurso do secretário da Agricultura, Ernani Polo, que reforçou a relevância dos debates que estão sendo realizados na Expodireto Cotrijal. “Além dos negócios, esses momentos deixam um saldo positivo que se replica depois nas propriedades, onde se busca cada dia um resultado melhor”, destacou. Polo ainda salientou que o agronegócio gaúcho vive um momento de transformação, onde a “necessidade de profissionalização é um caminho sem volta”. Apesar de avanços substanciais em profissionalização, como os previstos e alinhados na Lei do Leite, ele garantiu que há uma forte preocupação do governo em proporcionar condições para que um maior número de agricultores continue na atividade.


O presidente da Cotrijal, Nei Mânica, anunciou um novo investimento na região. A CCGL (Cooperativa Central Gaúcha Ltda), empresa associada ao Sindilat, está investindo R$ 140 milhões na ampliação da unidade fabril de Cruz Alta. A proposta é elevar a capacidade instalada de 1 milhão de litros/dia para 2 milhões de litros/dia.

 

Exportações

Dando sequência ao evento, o diretor executivo da Viva Lácteos, Marcelo Martins, traçou um panorama do setor lácteo destacando a relevância que as exportações devem assumir nos próximos anos para garantir a estabilidade de mercado. Segundo ele, com o aumento da produção nacional na casa dos 4,1%, índice maior do que a expansão do consumo, os embarques de leite em pó e condensado tornaram-se uma saída para muitas empresas para assegurar o crescimento dos negócios. Contudo, a crise do mercado internacional vem freando o potencial do setor.

A expansão do setor lácteo, pontuou o especialista, vem sendo puxada pela Região Sul, que assumiu a liderança nacional, ao centralizar 34,7% da produção de lácteos. Enquanto o país registrou crescimento de 4,1% em 10 anos, o Rio Grande do Sul atingiu 7%, praticamente o dobro. “E a região Noroeste, onde estamos agora, cresceu quase 9%”, acrescentou Martins. Ele informou que tem convicção de que a cadeia vai sair fortalecida desse momento, quando todos os elos estão sendo demandados a serem “mais profissionais, competitivos e eficientes”.

Participando do Fórum Estadual do Leite, o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, reforçou a posição, defendendo a relevância das empresas vislumbrarem nossas potencialidades e mercados para seus produtos lácteos. O Sindilat também foi representado pelo secretário-executivo, Darlan Palharini.

Preocupação com a produtividade e qualidade

O palestrante Marcelo Bonnet  falou sobre a Evolução da Produção e Produtividade do Rebanho e os Impactos na Composição do Leite. Doutor em Ciências de Alimentos e analista da Embrapa Gado de Leite/MG, Marcelo iniciou dizendo que o objetivo da ciência não é gerar a verdade absoluta, mas diminuir tanto quanto possível o limite para o erro infinito. “Sem a ciência o erro prevalece e continua nos desorientando. Ela vem para que melhoremos a nossa capacidade de resolver problemas”, assim iniciou sua conversação, acrescentado que a qualidade é uma grande preocupação para o mercado atual. “O Brasil tem condições de atingir os padrões de qualidade, desde que trabalhe de forma inteligente e integrada”.

Bonnet disse ainda que a melhoria na qualidade do leite brasileiro é o fator central para que se consiga aumentar a competitividade do setor, incluindo o aumento do consumo interno e, eventualmente, exportações. Do lado dos produtores, a preocupação que prevalece é com o preço. Associado da Cotrijal, Delvino Danielli produz leite há 20 anos e participou das 17 edições da Expodireto. “O que nos anima tanto com as palestras quanto com as perspectivas é que o preço deve aumentar”, afirmou, dizendo que neste ano procurou informações para melhorar a pastagem em sua propriedade.

As informações são da Assessoria de Imprensa Sindilat e da Rádio Progresso de Ijuí. Matéria publicada no site milkpoint.com.br.

 

Setor lácteo projeta aumentos de preços expressivos ao longo de 2016

Nesse início de ano, diversos agentes do setor lácteo tem criado expectativas de aumentos expressivos de preços no campo ao longo desse ano, devido ao panorama atual. No mercado, há profissionais com expectativas de que o preço chegue até a R$1,50/litro no pagamento ao produtor.
Mas qual é o embasamento para que, num cenário de crise econômica, os preços subam de forma tão expressiva? As respostas encontram-se pelo lado da oferta:

– Margens do produtor comprometidas ao longo de 2015 devido aos baixos preços praticados.

– Problemas climáticos no final do ano no Sudeste, Centro-Oeste e Sul.

– Previsão de aumento de preços com ração ao longo de 2016: mercados futuros apontam para alta de 16% para a soja e 34% para o milho.

Ou seja, apesar da previsão de aumentos de receitas, o produtor terá nos custos de produção um grande desafio para obter retorno com a pecuária leiteira.

Levantamento do MilkPoint Mercado já apontou que na primeira quinzena de Fevereiro, a média Brasil para os preços de leite spot ficou em R$ 1,22, registrando alta de 9 centavos com relação à segunda quinzena de Janeiro, o que confirma a “euforia” em relação aos preços no campo, que deve também se refletir no pagamento ao produtor (embora em menor intensidade). Esse valor é 44 centavos acima do verificado no mesmo período no ano passado.

No mercado de derivados, os preços de leite UHT já apresentaram reação nesse início de ano, o que reforça a tendência de alta de preços no campo. Segundo levantamento, o leite longa vida (posto na cidade de São Paulo) apresentava média de R$1,92/litro no final de dezembro. Já na primeira semana de fevereiro, o produto teve média de R$2,12/litro, um aumento de 10,4% somente nesse início de ano (um aumento atípico para esse período do ano).

No entanto, é preciso cautela: com a economia em retração e os preços internacionais em patamares abaixo de US$2.000/tonelada, a importação de produtos pode frear o mercado interno. Análises apontam que hoje, para evitar importação de produtos do Mercosul nos atuais patamares de preço internacional, a taxa de câmbio deveria estar em R$4,50/US$.

Diante deste cenário, Carlos Venturini, Coordenador de Conteúdo do MilkPoint Mercado afirma: “acreditamos que preços até R$1,30/litro ao produtor sejam possíveis em 2016, com nossa projeção de preços ao produtor para o ano ficando entre 15 e 18% acima de 2015. A grande questão é: até onde o consumidor conseguirá pagar?”

Fonte : Milkpoint.com.br